Obras na avenida Presidente Vargas saída para Itaporã começam nesta semana

10/06/2019 17:23 Região
Desmoronamento subterrâneo da tubulação causou interdição da avenida Presidente Vargas - Crédito: A. Frota
Desmoronamento subterrâneo da tubulação causou interdição da avenida Presidente Vargas - Crédito: A. Frota

Terão início ainda nesta semana os serviços de recuperação da avenida Presidente Vargas, danificada com o desmoronamento subterrâneo de uma tubulação construída para escoamento do córrego Laranja Doce.

A empreiteira vencedora da licitação aguarda somente a autorização da análise do processo licitatório pelo governo do Estado para o município dar a Ordem de Serviço e os trabalhos iniciarem imediatamente. A previsão é que a Ordem seja publicada ainda nesta semana.

De acordo com a secretária municipal de Obras Públicas, Marise Bianchi Maciel, a obra consiste na substituição dos quatro dutos de 80 centímetros de diâmetro que não suportaram a demanda e se romperam no início de abril, quando ocorreram fortes chuvas em Dourados.

A tubulação será substituída por duas unidades de bueiro celular duplo com 2,5 metros x 2,5 metros de abertura e 52 metros de comprimento (extensão transversal da via). 

A prefeitura de Dourados buscou a parceria do governo o Estado, com quem firmou convênio no valor de R$ 871 mil para a obra, que tem previsão de 90 dias para ser concluída.

Na parceria, o município executou os serviços de escavação e a execução de projetos e cálculos de vazão de água da chuva. A Sanesul providenciou o desvio da rede de água.

Além da tubulação, serão construídos drenos às margens da avenida e toda a recuperação viária e do canteiro central. 

A secretária Marise diz ainda que estudos têm sido elaborados para intervenção semelhante, em uma próxima etapa, na rua Hayel Bon Faker, por onde também passa tubulação para escoamento do córrego Laranja Doce. 

OBRA ANTIGA

O problema na Avenida Presidente Vargas surgiu na primeira semana de abril, depois de fortes chuvas que ocorreram em Dourados. A tubulação, construída há décadas, não suportou a demanda pluvial. O córrego é o único dreno na bacia da região e os novos empreendimentos imobiliários acabaram por aumentar o fluxo de água que passava pelo duto.

 

 

 

Fonte: Dourados News

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