Dupla que decapitou rival no "tribunal do crime" será julgada na quarta-feira

Wellington Felipe dos Santos Silva e Mackson Ferreira dos Santos, estão entre os 7 acusados de envolvimento no crime
10/09/2019 06:11 Policial
John Hudson dos Santos Marquesa, conhecido como John John seria membro do Comando Vermelho. (Foto: Arquivo Pessoal)
John Hudson dos Santos Marquesa, conhecido como John John seria membro do Comando Vermelho. (Foto: Arquivo Pessoal)

Wellington Felipe dos Santos Silva e Mackson Ferreira dos Santos, serão levados ao tribunal do júri na próxima quarta-feira (11) em Campo Grande. Os dois estão entre os setes acusados de envolvimento na decapitação de John Hudson dos Santos Marquesa, conhecido como "John John", após submetê-lo a sessão de tortura do tribunal do crime do PCC (Primeiro Comando da Capital), em fevereiro do ano passado.

Jhon foi visto pela última vez à 0h30 do dia 14 de fevereiro quando saiu para fumar um cigarro em frente de casa, no Bairro Zé Pereira. Desde então, amigos e familiares se mobilizaram nas redes sociais a procura de notícias sobre o paradeiro do rapaz.

Durante as buscas, uma foto do corpo de John decapitado foi enviada a família e o caso passou a ser investigado pela a DEH (Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes de Homicídios). O crime teria ocorrido porque a vítima pertencia ao Comando Vermelho, facção rival ao PCC, do qual os suspeitos fazem parte.

Segundo as investigações, depois de ser sequestrado pelos autores, a vítima foi mantida em cárcere em um barraco localizado no Jardim Canguru. Após passar por julgamento, foi decapitado.Os autores foram identificados como: Gabriel Rondon da Silva, Tiago Rodrigues de Souza, Wellington Felipe dos Santos Silva, Leonardo Caio dos Santos Costa, Mackson Ferreira dos Santos, Maycon Ferreira dos Santos e Eloinai Oliveira Emiliano.

Leonardo Caio dos Santos Costa e Welington Felipe dos Santos Silva foram presos por tráfico de drogas no município paraguaio de Caacupé. Na data, os dois suspeitos foram presos com outros quatro brasileiros. O grupo foi expulso do Paraguai e deportados para Mato Grosso do Sul.

Já Gabriel Rondon da Silva foi encontrado e preso no dia 9 de março, em frente de uma casa que usava para se esconder no Jardim Aero Rancho, em Campo Grande. Ele ainda entregou a participação de Maycon Ferreira dos Santos, Igor Antonio Santos Lima e Renata Palmeira dos Santos, no crime.

Fonte: Adriano Fernandes / Campo Grandes News

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