O tenso filme “O Anjo do Mossad” chega à Netflix

Porém, mal sabiam os egípcios que o Serviço Secreto de Israel (Mossad) contava com uma ajuda um tanto quanto inesperada. Ashraf Marwan, cunhado de um ex-presidente e Secretário de Relações Internacionais do Egito,
13/09/2018 08:34 Entretenimento
As regiões de fronteira até hoje são alvo de inúmeros atentados
As regiões de fronteira até hoje são alvo de inúmeros atentados

Existem momentos da história tão repletos de ação, suspense e intrigas que parecem perfeitos para se explorar em um filme. Baseado nos confrontos no Oriente Médio da década de 1970, a Netflix aproveitou esse tipo de situação para criar “O Anjo do Mossad”, longa que estreia no canal dia 14 de setembro. Desde a criação do Estado de Israel, o país está em constante atrito com seus vizinhos árabes.

As regiões de fronteira até hoje são alvo de inúmeros atentados, e os países nunca chegaram perto de esboçar um acordo de paz satisfatório para ambos os lados. Dentre as diversas etapas do confronto, a mais severa ocorreu justamente em meados da década de 1970, com a eclosão da Guerra do Seis Dias e a Guerra de Yom Kippur, confrontos envolvendo principalmente Israel e Egito. Nas duas ocasiões, o exército israelense resistiu com facilidade às investidas.

Porém, mal sabiam os egípcios que o Serviço Secreto de Israel (Mossad) contava com uma ajuda um tanto quanto inesperada. Ashraf Marwan, cunhado de um ex-presidente e Secretário de Relações Internacionais do Egito, decide trabalhar para Israel como agente duplo, com o intuito de evitar um conflito ainda maior que o registrado na História. O filme conta o as diversas etapas do confronto sob a ótica do empresário egípcio, que, determinado a garantir a segurança de seu país e familiares, faz o inimaginável e constantemente arrisca ser condenado por traição.

Como Marwan não consegue um momento de sossego, o espectador fica vidrado na tela durante toda exibição, na esperança de tudo correr bem com o protagonista. Tudo permaneceu em segredo até 2002, quando a história do “Anjo”, como era chamado pelo Mossad, tornou-se pública. Coincidentemente, o agente duplo faleceu misteriosamente cinco anos após tal divulgação, em circunstâncias que até hoje intrigam muitos historiadores. Repleto de cenas fortes e de emoção, “O Anjo do Mossad” tem tudo para não só encorpar o catálogo de filmes de guerra da plataforma, mas também conseguir uma posição de destaque dentre as produções do segmento.

 

Fonte: Correio do Estado

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